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terça-feira, fevereiro 22, 2011

Se eu pudesse congelar uma imagem, congelaria teu sorriso, afinal é dele que provem tudo que me torna forte, como um guarda-chuva gigante ou chocolates no meio do dia. Ambos me fortalecem, ai não sei o que é sonho e o que é real! HA.
E hoje mais do que ontem eu tenho você, com quem divido o pôr do sol. E a gente senta, como platéia, e o nosso olhar fica embriagado, a tela se desdobra, Ele prepara o fundo, e cada pincelada, de cores vivas, vivas porque estão sempre se movendo, sempre mudando e nos surpreendendo, sobrepõe as cores velhas, de quadros amarrotados e antigos e chatos e mortos.
Do pôr do sol não quero nada, só você, que esteja lá comigo na certeza que, uma gotinha dessa tinta, possa eternizar, como se fosse uma fotografia... minha, sua, nossa!
O que verdadeiramente somos é aquilo que o impossível cria em nós.

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