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terça-feira, fevereiro 22, 2011

Em teus braços

Há tempos que carrego esta saudade
Domingueira bem querença
Pra florir rancho e garupa,
Flor e fruto, descendência.
Há tempos que anuncio teu sorriso
Entre cálidas auroras
No semblante florescido dos jardins que tem lá fora.

Renasço sempre em teus braços
Volto a morrer num abraço
Veja só o que o amor nos fez
Teu olhar me denuncia,
Que pena clareou o dia
Pra ser saudade outra vez…

Há tempos que este rancho anda tristonho,
Sem teus passos na varanda
E te espia na janela
Sem saber por onde andas.
Há tempos que te busco em cada sonho,
Em cada beijo, morena
Vou morrer te esperando
Porque sei que vale a pena!


Jairo Lambari Fernandes

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